Oficina de Dança – Educação para Professores

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  1. Introdução

A relação entre arte e educação sempre exigiu do professor uma performatividade no que se refere às abordagens didático-metodológicas para o desenvolvimento dos conteúdos a serem trabalhados em sala de aula e para além dela.

Ao nos reportarmos ao universo da dança e suas interações com o contexto educativo adentraram em um território permeado de possibilidades e desdobramentos, característicos do mundo da arte. Nesse sentido uma vez passada as abordagens teóricas do tema surge a necessidade sempre presente, de uma vivência do processo como forma de materialização – corporificação dos conteúdos estudados.

Assim cabe também ao professor desenvolver-se nos aspectos de sua habilidade em promover esses momentos de vivência junto ao aluno tornando a dança uma experiência vivida e sentida em sua plenitude, a plenitude de um corpo que dança.

Busca-se através da Oficina uma intensificação dos processos criativos dos professores, reorganizando suas relações em torno do tema propostos – dança – investigando possibilidades mediadas por processos criativos para uma experiência sensível em dança-educação.

  1. Breve descrição da Oficina

A oficina destina-se a apresentar aos participantes concepções e uma breve historicidade da relação entre dança e educação. Partindo dos princípios básicos de processo colaborativos de construção do conhecimento adentraremos no contexto da dança-educação, tendo como referência os processos criativos individuais e coletivos direcionados a experiências de práxis interativas entre os universos mencionados. Considerando as especificidades locais e tendo como abordagens norteadoras as questões relacionadas à cultura, arte, corpo, espaço, tempo e educação, a oficina organiza-se em três tópicos interligados, a saber: processos criativos em dança-educação, corporificação de experiências sensíveis e estratégias interdisciplinares e culminância.

  1. Público alvo:

  • Arte-educadores, artistas e interessados em geral;

  • Turma de até 30 pessoas;

  1. Carga Horária: 20 horas

  1. Objetivo

               Desenvolver atividades voltadas para a construção de um referencial teórico prático para atividades em dança-educação mediada pelos processos criativos baseados na experiência individual/coletiva.

  1. Resultados Previstos

Conhecer os principais aspectos relacionados a dança e educação;

Apropriação de um vocabulário atualizado em relação a algumas terminologias atuais no campo da dança-educação;

Organização e participação de atividades teóricas-práticas;

Apresentação de produções artísticas (individuais ou coletivas) que sinalizem a compreensão do assunto trabalhado e possibilidades de transferência ao contexto educativo real (sala de aula);

  1. Conteúdo Programático

a) Processos criativos em dança-educação (2 horas)

  1. O que é criatividade;

  2. Criatividade se aprende?

  3. Criatividade não é “dom”;

  4. Desenvolvimento do potencial criativo;

  5. Criatividade: da cabeça para a sala de aula;

  6. Criatividade e autoconfiança;

b) Estratégias interdisciplinares e culminância (2 horas)

  1. Dança e interdisciplinaridade;

  2. Dança e teatro;

  3. Dança e tecnologia;

  4. Dança e música;

  5. Dança e Artes Visuais;

  1. Recursos Materiais

Da instituição contratante:

  • Data-show;

  • Microsistem;

  • TV – DVD;

  • Computadores;

  • Auditório (evento final);

  • Fotocópias dos textos;

  • Impressora colorida;

  • Sala de trabalho compatível com o numero de inscritos (práticas);

Do aluno:

  • Papéis coloridos;

  • Material para recorte, colagem, desenho;

  • Maquiagem básica (lápis, sombras, pincéis, etc...)

  • Lençóis (solteiro ou casal);

  • Peças de roupas (figurinos);

  • Um objeto de significado sentimental;

  • Roupas confortáveis (evitar saltos altos);

Observações:

A oficina é planejada de forma a atender um público diversificado de participantes, considerando uma possibilidade de interação entre diferentes segmentos do contexto educativo – professores, artistas, espectadores.

Os encontros ainda que previamente organizados em tópicos podem sofrer acréscimos ou mesmo substituição de itens de acordo com a demanda da turma;

Incluiu-se 4 (quatro) horas além das previstas no programa inicial da oficina, entendendo a necessidade de socialização dos resultados obtidos junto a comunidade, no entanto a mesma não acarreta ônus a instituição referente a carga horária do mediador.

As idéias aqui apresentadas configuram-se como Projeto podendo ser alterado. Quaisquer sugestões e ou alterações serão negociadas entre as partes

  1. Bibliografia do Projeto

ADORNO, TH. W. Experiência e Criação Artística. Lisboa: Editora 70, 2003.

BERTAZZO, Ivaldo. Cidadão Corpo: identidade e autonomia do movimento. 4ed. São Paulo: Summus, 1998.

BRETON, David Le. A Sociologia do Corpo. Petrópolis: Vozes, 2006.

CAUQUELIN, Anne. Arte Contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

COHEN, Renato. Performance como Linguagem. 2ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.

DEMPSEY, Amy. Estilos, Escolas & Movimentos: guia enciclopédico da arte moderna. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

DOMINHGUES, Diana (Org.). A Arte no Século XXI: humanização das tecnologias. São Paulo: UNESP, 1997.

GARCIA, Wilson (Org.). Corpo e Subjetividade: estudos contemporâneos. São Paulo: Factash, 2006.

GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 16ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

HERNÁNDEZ, Fernando. Catadores da Cultura Visual: proposta para uma nova narrativa educacional. Porto Alegre: Mediação, 2007.

JEUDY, Henri-Pierre. O Corpo como Objeto de Arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.

NEGRINE, Airton. Corpo na Educação Infantil. Caxias do Sul: EDUCS, 2002.

NORA, Sigrid (Org.). Húmus 2. Caxias do Sul: Litograf, 2007.

SILVA, Paulo Cunha. O Lugar do Corpo: elementos para uma cartografia fractal. Lisboa: Instituto Piaget, 1999.

  1. Orçamento

  • Valor da Oficina: sem custo para os participantes.

  1. Sugestão de horário: 14:00 às 18:00h

 

 

 

quarta 15 julho 2009 11:00


O Fazer Musical na Escola

Rosangela Duarte*

Depois de muitas mudanças de escola, de cidade, de estado, enfim de vida, pude confrontar e entender que existem diversas realidades, diferentes culturas, onde todos podem conviver com respeito, na busca de conhecer a si mesmo e aos outros.


Mudando do sul para o extremo norte, pude constatar a dimensão do Brasil, o quanto esse país é grande dentro do continente Latino Americano. Boa Vista é assim, diversificada, ingênua, em plena fase de crescimento. Sempre acolhedora, quente, disposta a abrir um leque de oportunidades a todos aqueles que nela queiram morar. Nessa paisagem, o meu desafio foi formar professores, ser professora de música. Desse modo, um dos raios desse leque me conduziu até a UFRR.

O conjunto dos trabalhos docentes tem me levado a buscar reflexões de novos enfoques e práticas, tanto em minha atuação profissional de professora formadora, como também na escola, como professora de Educação Básica. Então, optei por tentar responder à seguinte questão: Como a música está presente na prática pedagógica do professor de Educação Infantil, de Boa Vista – RR, e quais as concepções de música que norteiam sua ação pedagógica?

Na maioria das escolas de Educação Infantil, a música apresenta um caráter de comando disciplinar para a organização da rotina em sala de aula, ou ainda para atender as datas comemorativas. Dessa maneira, canta-se muito com as crianças, mas pouco se aprende e se ensina de música. FUCKS (1991, p.58) revela que, nas Escolas Normais (1991) do Rio de Janeiro, a música desempenhava um papel de comando que garantia a disciplina, a ordem, mantendo a perpetuação do modelo burguês. Hoje ainda presenciamos essas práticas nas escolas de Educação Infantil.

Considero que as razões da menor importância atribuídas a esta área curricular se devem ao fato da prioridade que os professores continuadamente atribuem de ensinar a ler, escrever e contar e de gerirem os tempos curriculares em função dessa mesma necessidade, implicando numa gestão desigual aos restantes componentes curriculares. Essa mesma necessidade advém ainda do fato de, perante a incapacidade sentida no domínio das áreas expressivas, procurarem suprimir essa falha, insistindo nas áreas tradicionais do conhecimento formal, não ousando transpor estes conhecimentos ou saindo desta esfera de ação.

A dicotomia entre a razão e emoção, ainda muito presentes na escola, desencadeia um processo de negação dos sentimentos nos sujeitos que nela se inserem, principalmente na relação entre professores e alunos. Esquecem que a razão e a emoção jamais se separam. “Elas constituem duas faces irredutíveis da atividade cognitiva humana” (BECKER, 2001, p.119). A emoção é o que move o sujeito a realizar as ações. Ela manifesta o interesse do sujeito pelo objeto, que é a relação afetiva entre a necessidade e o objeto suscetível de satisfazê-la (PIAGET,1974, p.66).

Sendo assim, o ensino da música ainda causa um estranhamento no ambiente escolar, no qual se pode constatar uma série de contradições manifestadas pelos professores e dirigentes. O gosto por conviver com a música sempre é manifestado como forma de apreciação, fruição. Mas, quando se propõe a presença da música na sala de aula, no pátio, enfim, no ambiente escolar, como momento de aprendizagem aí a prática musical é barulhenta, atrapalha as outras classes, não precisa de materiais específicos, bastando ter um aparelho de som, ou mesmo é reduzida apenas a ensaios para as apresentações da escola frente à comunidade.

* Professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Roraima. Mestre em Educação pela Universidade de Matanzas Camilo Cienfuego, Cuba. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da UFRGS, sob a orientação da Profª. Drª. Esther Beyer. Componente do grupo de Pesquisa em Educação Musical – GEMUS. Endereço Eletrônico: roduart@click21.com.br

OBS.: Artigo publicado em 27/05/2008 no site da Universidade Federal de Roraima www.ufrr.br

 

 

terça 14 julho 2009 11:15


A Valorização das Práticas Pedagógicas através da DVDTECA do Pólo.

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Pétira Maria Ferreira dos Santos *

A DVDTECA na formação continuada é um material educativo para o professor propositor Arte na Escola, onde trás documentário com o depoimento de artista em seu ateliê no seu processo de criação e sua história, os procedimentos técnicos e inventivos do artista, onde leva o artista a construir e desconstruir, fazer e desfazer cores e formas.

O passeio dos olhos do professor de arte pelos territórios, desenvolve uma experiência estética e pedagógica, para isso, o registro de suas impressões sobre o documentário pode iniciar percursos com desafios. As idéias de qual foco o conteúdo levará os alunos a serem críticos em sua pesquisa e vários temas abordados são: Linguagens artísticas, forma, saberes estéticos e culturais, materialidade, arte e cultura, processo de criação ampliando e conhecendo a criação de uma série de trabalhos, como uma proposição aberta á exploração e das ações pensadas e desenvolvidas, quais os conceitos, os aprendizados, as mudanças ocorridas em que o professor e o aluno acerca dos processos de criação, quais trocas, experiências, vivências, o educador tem que se preocupar com a construção do aluno ao longo da trajetória, das produções e investigações, sempre não deixando de lembrar o que foi mais significativo para o aluno, descrevendo as características dos objetos, sua função, sua história.

Os alunos devem está atento ao documentário, como o artista fala do seu trabalho? O que podem mapear como elemento integrante do seu processo de criação? O documentário da DVDTECA Arte na Escola, os professores poderão se conectar com as questões dos alunos e com outras possibilidades de ampliação do conhecimento sensível em arte.

* Coordenadora do Pólo Arte na Escola da UFRR e professora de artes do Colégio de Aplicação - petira@uol.com.br

terça 14 julho 2009 10:52


A importância da formação continuada de professores de Arte.

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Pétira Maria Ferreira dos Santos e Edlamar Menezes da Costa * O Pólo Arte da Universidade Federal de Roraima está capacitando professores que ministram aula de Arte por meio de formação continuada. A maioria dos professores de Arte do estado de Roraima não possui graduação em Arte e levando em conta que esta é uam área com conhecimentos próprios é de fundamental importância preparar professores para que aproximem os alunos do pensamento da/sobre Arte em suas diferentes linguagens. O grande objetivo do Pólo Arte na Escola da UFRR é promover ações em que o professor tenha encontros com a Arte. Pretende-se que o professor saia do lugar detransmissor de um saber sobre Arte e busque o caminho da aprendizagem contínua no própirio ato de ensinar. Para isto o Instituto Arte na Escola criou materiais que são utilizados pelo Pólo fazendo com que o professor conheça seus pressupostos teóricos. Estes materiais privilegia conceitos por meio de conexões entre territórios da Arte, praticando um modo de fazer pedagógico que proporcione os alunos à maior contato com o pensamento da/sobre a Arte. Pensamos que é também possível educar através da Arte. Isto é proporcionar aos alunos a possibilidade de aperfeiçoar suas relações humanas por meio da apreciação significativa da produção artística, da comunicação e da assimilação da cultura universal, para que desta forma o professor e o aluno possam desenvolver ainda mais sua percepção estética, a imaginação criadora e suas poéticas pessoais. No Estado de Roraima é preciso que o componente curricular Arte seja valorizado nas escolas, e se integre no processo educativo de modo que contribua e fortaleça a sua identidade, e a organização social, buscando superar os complexos de inferioridade e de alienação. Espera-se ainda educar e elevar o nível de conscientização, promover a criatividade e a inovação, fomentar o discurso democrático e a mediação social. Todos nós educadores precisamos aprender a enfrentar os desafios das diferenças culturais. "A Arte ensina que é possível transformar continuamente a existência, que é preciso mudar referências em cada momento ser flexível" (PCNS de Arte MEC). O novo perfil do profissional está se avançando, aponta para um desenvolvimento amplo e contínuo, respondendo ás exigências do novo cenário cultural mercadológico deste novo século. A Capacitação de professores se faz necessária, na formação continuada de professores, como área de conhecimento, para que possamos ampliar a valorização das diversas culturas. Segundo o autor João Francisco Duarte Jr," todos nós que passamos por uma escola tivemos a oportunidade (ou a obrigação) de freqüentar aulas de arte". De uma ou de outra forma, aquelas aulas estavam lá: espremidas entre disciplinas que em geral eram consideradas mais importantes para a nossa vida futura. Era preciso saber os teoremas de cor, os modos dos verbos, a localização da Patagônia, a data da Lei do Ventre Livre e o que significava sístole e diástole, se quiséssemos seguir adiante. Cursar o ensino médio, um bom cursinho e entrar numa universidade. Finalmente aprenderíamos a ser cidadão respeitável, um profissional, que ao receber o diploma daria o último passo no aprendizado da seriedade. Desenvolvidos á sociedade seríamos então tratados por doutor e seríamos felizes trabalhando seriamente a favor de nosso progresso e do desenvolvimento da nação"(Por que arte-educação? Coleção Agere - ano 1991). Atualmente, não existe nenhum curso superior em artes no Estado, como alternativa para suprir a carência na formação de professores em artes, A Universidade Federal de Roraima e o Instituto Arte na Escola (IAE) mantêm, através de convênio de cooperação técnico-científica, um programa de formação em arte, denominado Pólo Arte na escola (PAE). Dentre as atividades conveniadas, destacam a realização de oficinas com profissionais com formação específica na área de conhecimento como: dança, música e teatro. Artes visuais, introdução ao desenho, artes plásticas, grupos de estudos debatendo vários temas, o conhecimento produzido nos grupos de estudos é levado para a sala de aula através do professor que por sua vez o aplica e torna o aluno crítico. Essa capacitação é com os professores da rede pública e privada do Estado de Roraima, a Midiateca é onde o professor acessa e planeja suas aulas de arte. A DVDTECA é de fundamental importância onde o educador tem acesso no Pólo arte na escola da UFRR e como também livros de pesquisa de vários temas relacionados á arte, e os encartes que bimestralmente vem para o professor, o educador precisa está atualizado com as notícias, a participação do professor com projetos de seus alunos, relacionados á arte e outros temas interdisciplinares, que é o prêmio arte na escola cidadã. As oficinas têm como objetivo possibilitar aos participantes a terem contato com os conhecimentos das artes por meio da vivência de atividades práticas e reflexões ao mesmo tempo em que os alunos vivenciam jogos e brincadeiras, como também as discussões das atividades como a leitura de textos, para tornar o educador mais crítico. Devemos fazer uma grande reflexão sobre as aulas de arte ministradas em nossas escolas, diante do exposto, deve-se perguntar: Como está essa formação continuada de professores que atuam na educação básica? Será que os professores estão sendo preparados com esta visão e sendo capazes de utilizarem as ferramentas, das diferentes áreas de conhecimento, para atingirem os objetivos propostos? Estão fazendo com que seus alunos aprendam a aprender? Buscam inovações para sala de aula? Como é a formação artística que hoje atua nas escolas da rede pública de ensino do Estado? Devemos inovar e motivar nossos alunos e professores a serem eternos aprendizes, dando condições para que em cada escola tenha uma sala de artes equipada com material didático e tecnológico, para que a diferença nas aulas seja baseada em ações pedagógicas e os projetos tenham a participação efetiva imprescindível, em nível nacional, para o cumprimento das atividades na elaboração de um conjunto de atividades a serem vinculadas ao plano pedagógico, para o nível de ensino que estiver atuando. A Arte que você ensina professor merece reconhecimento, sobre o talento, a arte é o valor artístico que você tem com seus alunos em sala de aula, temos que dar condições para nossos educadores planejarem, não lotarem mais professores de outras áreas na disciplina de arte, para complementarem somente a carga horária, deixando por conta deles, a condução de conteúdo e metodologias, o professor de arte é visto como polivalente, tem que abarcar com tudo e isto não condiz com os princípios do prórpio Parâmetro Curricular Nacional. Em Pleno Século XXI temos que investir em políticas públicas, a base da elaboração dos currículos, para que atribuam à presença da arte associada à formação continuada, porque muitas vezes, os professores se sentem inseguros e ameaçados por essas transformações, principalmente porque a escola os coloca na posição central da responsabilidade. Precisamos lutar pelos nossos ideais enquanto educador e o Instituto Arte na Escola tem como metas a formação de Pólos Arte na escola em todos os Estados Brasileiros, seu público alvo são professores, estudantes universitários, educadores de museus, para que o professor construa sua auto-estima, e se veja como um criador, capaz de produzir com seus alunos artisticamente a produção criativa compreendendo e acreditando no futuro melhor. Coordenadoras do Pólo Arte na Escola da UFRR - petira@uol.com.br

quarta 08 julho 2009 05:42


Livros confeccionados pelos alunos do Pólo Arte na Escola

Blog de artenaescolaufrr :PÓLO ARTE NA ESCOLA DE RORAIMA, Livros confeccionados pelos alunos do Pólo Arte na Escola

Dentre as atividades desenvolvidas no primeiro semestre do Pólo Arte na Escola, destaca-se a Oficina de Dança. Essa oficina tinha como objetivo proporcionar conhecimentos sobre as possibilidades de experimentá-los qualitativamente em diferentes realidades educativas, capacitando professores na linguagem da dança, para futura atuação profissional na área da dança em contexto, dentro das escolas.

Dentro dos critérios e procedimentos de avaliação utilizados, fez-se necessária a confecção de livros. Os livros confeccionados pelos alunos do Pólo Arte na Escola objetivaram expôr as diversas faces da Dança. Os materiais usados na confecção variaram de texto digitalizados à produções meramente artesanais. Dentre os títulos dados aos livros, alguns se destacam: Um Sonho de Balé, As Voltas Que a Dança Dá, Tarantela, entre outros.

 

terça 07 julho 2009 12:11


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